1 xícara de chá de manteiga bem cheia
2 xícaras de chá de açúcar
2 xícaras de chá de farinha de trigo
1 xícara de chá de maizena
1 xícara de chá de cerveja
1 colher de sobremesa rasa de fermento em pó
6 ovos
Preparo:
Bata muito bem a manteiga com o açúcar até obter um creme esbranquiçado.
Acrescente as gemas uma a uma batendo em cada adição.
Misture bem a farinha de trigo misturada com a maizena.
Adicione a cerveja misturada com o fermento, bata até uniformizar tudo.
Junte delicadamente com movimentos de baixo para cima as claras batidas em castelo forte.
Ponha a massa numa forma bem untada com manteiga ou margarina e polvilhada com farinha.
Leve ao forno quente para cozer cerca de 35 minutos mas convém verificar sem abrir a porta do forno nos primeiros 25 minutos.
Depois de cozido desenforne.

Exibido no GNT, o documentário “Miss Penitenciária” merece a atenção do telespectador. A produção inglesa foi dirigida com grande sensibilidade por David Notman-Watts, que morou no Brasil até a adolescência. O programa não tem apresentador, apenas uma narração, e mostra o concurso de beleza no Instituto Penal Talavera Bruce, a maior prisão feminina do Brasil.
O concurso representa muito na cadeia, onde o tempo ocioso é grande e a auto-estima, baixa. É praticamente a razão de viver das participantes. O programa vai acompanhando a preparação para o evento e faz entrevistas com as moças. É tudo muito oscilante entre a tristeza da situação atual delas e a euforia com a possibilidade de levar o título.
Um dos maiores acertos do documentário é valorizar a presença de Ana Paula. Ex-presa (por tráfico de drogas e assalto), ela foi a vencedora do concurso do ano anterior. Solta em 2006, volta ao Talavera Bruce para participar do júri agora. Dizem na cadeia que Ana Paula virou uma modelo de sucesso. Não é verdade. O documentário mostra que ela acaba de perder um emprego de babá e leva uma vida dura. Sua participação no filme ajuda na construção dos contrastes que Notman-Watts conseguiu captar tão bem. São os contrastes e as semelhanças que fazem de “Miss Penitenciária” um programão.
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Assista abaixo uma reportagem sobre o "Miss Penitenciária" no Distrito Federal:1) Falta um dedo
2) Tem a fala presa
3) Só diz 'Eu não sabia'
4) Não tem cérebro

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O daltonismo (também chamado de discromatopsia ou discromopsia) é uma perturbação da percepção visual caracterizada pela incapacidade de diferenciar todas ou algumas cores, manifestando-se muitas vezes pela dificuldade em distinguir o verde do vermelho. Esta perturbação tem normalmente origem genética, mas pode também resultar de lesão nos orgãos responsáveis pela visão, ou de lesão de origem neurológica.
O distúrbio, que era desconhecido até ao século XVIII, recebeu esse nome em homenagem ao químico John Dalton, que foi o primeiro cientista a estudar a anomalia de que ele mesmo era portador. Uma vez que esse problema está geneticamente ligado ao cromossoma X, ocorre mais frequentemente entre os homens (no caso das mulheres, será necessário que os dois cromossomas X contenham o gene anômalo).
Os portadores do gene anômalo apresentam dificuldade na percepção de determinadas cores primárias, como o verde e o vermelho, o que se repercute na percepção das restantes cores do espectro. Esta perturbação é causada por ausência ou menor número de alguns tipos de cones ou por uma perda de função parcial ou total destes, normalmente associada à diminuição de pigmento nos fotoreceptores que deixam de ser capazes de processar diferencialmente a informação luminosa de cor.
Postei este vídeo aqui para você refletir, e quem sabe, modificar sua postura atual do "deixa como está para ver como é que fica".
Depois de ouvir e pensar à respeito do que Boldrin disse, o mínimo que você pode fazer é repassar para o Brasil inteiro, para que este acorde de seu sono letárgico.
Textos de Cleide Canton e Rui Barbosa.